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Muitos querem lucrar com a pirataria na Somália, diz especialista
Comunidade internacional se empenha para coibir pirataria nas costas somalianas. Porém o problema é estrutural. "Vem do fato de se tratar de um Estado fracassado. E o mundo nunca levou a sério os problemas da Somália."
O ministro alemão da Defesa, Franz Josef Jung, visita nesta segunda-feira (22/12) a capital da Somália, Djibuti. De lá parte, na terça-feira, a fragata alemã Karlsruhe, para, diante da costa do país, apoiar a missão Atalanta, da União Européia, na luta contra a pirataria.
Ministro alemão da Defesa Franz Josef Jung
Na rede do crime organizado
Os números são impressionantes: 250 marinheiros e mais de uma dúzia de embarcações estão, no momento, em mãos de piratas somalianos. O International Maritime Bureau, sediado em Londres, registrou 92 ataques por piratas no Chifre da África somente este ano. Os resgates exigidos circulam geralmente em torno de um a dois milhões de dólares por embarcação abordada. As exigências atingiram um ponto máximo com o espetacular seqüestro do superpetroleiro saudita Sirius Star: 25 milhões de dólares.
Porém quem, além dos piratas, lucra com essas somas gigantescas? Roger Middleton, especialista em assuntos somalianos do think tank londrino Chatham House, está convencido que os criminosos, na maior parte, não agem isolados, mas possuem boas conexões com o crime organizado no exterior.
"Muitos são oportunistas e atacam qualquer navio que esteja passando, mas com certeza muitas dessas quadrilhas de piratas possuem contatos com outras partes do mundo, alguns mais, outros menos. Certos piratas revelam abertamente ter parceiros no Oriente Médio, na Europa e na América do Norte."
A problemática maior
Sem sombra de dúvida, a pirataria é uma conseqüência direta do vácuo de poder reinante na Somália desde 1991. O frágil governo de transição de Abdullahi Yusuf Ahmed já é a 15ª tentativa de encontrar uma saída pacífica para o país.
Ministro do Exterior da Somália, Ali Ahmed Jama, em cúpula antipirataria da ONU
Um sistema estatal e jurídico operante continua sendo uma meta longínqua. Segundo dados de organizações humanitárias, a metade dos somalianos depende de ajuda externa para sobreviver. E centenas de milhares passam fome. Middleton está convencido que as enormes somas movimentadas pelos piratas nas regiões costeiras representam uma enorme tentação.
"Eu soube de pelo menos um caso em que os piratas contrataram um professor para traduzir durante as negociações. Sempre que uma embarcação é abordada, põe-se, de súbito, uma gigantesca máquina em movimento, nas cidades costeiras. Vários afirmam: 'sou o chefe de negociações', 'sou o assessor jurídico dos piratas', 'sou isso e aquilo'. Muitos querem surfar na onda de sucesso dos piratas."
Também funcionários e representantes do governo embolsam polpudas somas com os negócios ilegais diante da costa somaliana. Em especial na região autônoma Puntland, no nordeste do país. Lá, transcendendo as solidariedades tradicionais, uma rede de corrupção sem precedentes une tanto clãs locais e piratas quanto membros do governo nacional, partidos de oposição e movimentos militantes.
"Os piratas pagam qualquer um que tenha suficiente influência política", explica Middleton. "Temos que compreender que toda a problemática da pirataria tem a ver com o fato de a Somália ser um Estado fracassado. E um motivo disso é que a comunidade internacional nunca levou a sério os assuntos somalianos. Se quisermos combater os piratas, temos que penetrar na dimensão política subjacente."
Governo boliviano denuncia plano para assassinar Morales
La Paz, 22 dez (EFE).
- O Governo da Bolívia denunciou hoje a existência de um plano da extrema direita para que um camponês indígena assassine o presidente Evo Morales em um ato público.
O ministro de Governo (Interior), Alfredo Rada, confirmou em entrevista coletiva a revelação do plano, feita ontem pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que denunciou que a oposição boliviana deu início a projetos para matar Morales.
"Os organismos de inteligência do Estado receberam informação sobre planos que estariam sendo estudados em relação a um magnicídio (...) por parte de organizações de extrema direita", disse Rada.
Quando questionado sobre as provas de que dispõe no caso, Rada não quis dar maiores detalhes. Afirmou que uma máxima em matéria de segurança diz: "Quanto menos se souber sobre o muito que se sabe, melhor".
O ministro assegurou que o plano consiste em que o presidente seja morto, em troca de dinheiro, por "uma pessoa de origem popular ou camponesa", para "desorientar os serviços de segurança", já que esses setores integram o "grosso" das bases de apoio a Morales.
Também declarou que o local previsto para o crime seria o oeste do país ou a província cocaleira de Chapare (centro), onde estão concentradas as maiorias indígenas da Bolívia, setor no qual o presidente tem um apoio quase unânime.
Segundo Rada, uma vez realizado o magnicídio, este seria justificado com a alegação de que "o presidente teria traído as bases sociais camponesas que o levaram ao poder ao ter impulsionado acordos com a direita".
O ministro comentou que "foram redobrados os esforços de segurança do líder" pelo menos desde o último sábado.
Tribunal saudita se nega a divorciar uma menina de oito anos
Do UOL Notícias* Em São Paulo
Um tribunal da Arábia Saudita se negou a dar o divócio a uma menina de oito anos, que foi forçada, pelo pai, a casar com um homem de 58 anos. O juiz do caso alegou que a garota deve esperar a puberdade, disse um advogado de defesa.
"O juiz se negou a pronunciar-se sobre o pedido (apresentado pela mãe da menina) porque não ele não teria direito de efetuar a petição e que o pedido deverá ser apresentado pela própria garota, quando atingir a puberdade", declarou o advogado de defesa Abdullah Jtili.
O pedido de divórcio foi feito pela mãe da menina a uma corte de Justiça de Unayzah, logo após o contrato do casamento ter sido assinado pelo pai da jovem e o noivo. "Ela ainda não sabe que casou", revelou o advogado. A menina está prestes a começar o quarto ano na escola. Parentes da menina disseram que o casamento ainda não foi consumado e que a jovem segue morando com a mãe, que é divorciada. Segundo a família, o pai exigiu que a consumação ocorra somente quando a pequena completar 18 anos.
O pai, que tem alguns probelmas financeiros, recebeu um dote equivalente a US$ 8 mil.
Um advogado anunciou que entrou com um recurso no Tribunal de Apelações, a mais alta instância judicial do país.
De Berlim para a BBC Brasil Uma pequena cidade no sul da Alemanha decidiu banir o Papai Noel da paisagem natalina. A câmara municipal de Fluorn-Winzeln, lugarejo com pouco mais de 3 mil habitantes localizado às margens da Floresta Negra, declarou a região uma "zona livre de Papai Noel".
Cidade da Alemanha decide criar uma "zona livre de Papai Noel"
De acordo com o prefeito local, Bernhard Tjaden, o objetivo é preservar as tradições do Natal, segundo ele freqüentemente esquecidas nessa época do ano em favor do consumismo.
O objetivo é prestigiar as tradições natalinas do país e São Nicolau
A idéia é incentivar os cidadãos a substituir o "bom velhinho" pela figura histórica de São Nicolau.
"O Papai Noel é um personagem artificial" argumenta Tjaden. "Ele não lembra em nada São Nicolau, que ajudava pessoas carentes e era um amigo das crianças", explica.
Campanha As escolas e os comerciantes da região aderiram ao apelo, retirando as decorações com Papai Noel das vitrines e colando adesivos com um sinal de "proibido" em seus estabelecimentos.
Cartazes com o rosto do personagem atravessado por uma faixa vermelha adornam não só o interior de lojas e repartições públicas, mas os avisos, que se parecem com uma placa de trânsito, foram pendurados também na fachada do prédio da prefeitura e até junto à sinalização que marca as entradas do município.
Nas salas de aulas, professores ensinam às crianças o significado do Natal e contam histórias de São Nicolau, bispo de Mira no século IV, que serviu de inspiração para o ícone natalino.
Os alunos são orientados a diferenciar o "original" da "cópia" e desenhos no quadro negro mostram as diferenças entre os trajes de ambos, destacando a mitra episcopal no lugar do gorro vermelho e o cajado substituindo o saco de presentes.
A campanha "Zona livre de Papai Noel" foi criada por uma entidade assistencial ligada Confederação dos Bispos da Alemanha para resgatar São Nicolau como símbolo original das festas natalinas e combater o "consumismo" nas festas de fim de ano.
A renda obtida na venda de cartazes, adesivos e outros produtos será destinada à entidades que prestam ajuda a crianças com doenças terminais. Esta é a primeira vez que a idéia é apoiada oficialmente pela administração de um município.
Atriz sul-coreana é condenada a oito meses de prisão por adultério
da BBC
A atriz sul-coreana Ok So-ri, uma das celebridades mais famosas do país, foi condenada a oito meses de prisão por adultério. A pena anterior havia sido estabelecida em dois anos de detenção, mas como So-ri admitiu o crime o tribunal decidiu reduzir a pena.
O julgamento ocorreu depois que a atriz não conseguiu que a corte constitucional considerasse sua petição para derrubar a lei que criminaliza o adultério.
Na petição, So-ri disse que a lei era uma violação dos direitos humanos. De acordo com a legislação cinqüentenária da Coréia do Sul, uma pessoa considerada culpada por adultério pode pegar até dois anos de cadeia.
A atriz admitiu ter um caso com um conhecido cantor pop e seu marido, Park Chul, teria pedido uma 'pena severa" para a mulher.
Madonna canta "Beat Goes On" ao vivo no Rio de Janeiro
Madonna canta "Beat Goes On" ao vivo em show no Maracanã no Rio de Janeiro. A cantora fez na noite de domingo (14/12) a primeira apresentação brasileira da turnê "Sticky & Sweet". O show na capital fluminense aconteceu debaixo de forte chuva. Veja fotos da apresentação e mais sobre a turnê "Sticky & Sweet" no especial Madonna do UOL Música.
Um jornalista iraquiano jogou os sapatos contra o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, sem conseguir atingi-lo, e o insultou no momento em que ele apertava a mão do primeiro-ministro do Iraque, durante uma visita surpresa neste domingo a Bagdá.
Jornalista atira os sapatos em Bush e o xinga de "cachorro"
Quando os dois governantes se encontravam no gabinete privado do premiê Nuri al-Maliki, um jornalista iraquiano que estava sentado na terceira fila se levantou e gritou: "É o beijo de despedida, seu cachorro!", antes de jogar os sapatos em direção de Bush.
Maliki fez um gesto de proteção em relação ao presidente norte-americano, que não foi atingido. Em seguida, os oficiais de segurança iraquianos retiraram o jornalista da sala. Premiê iraquiano faz gesto para defender Bush, que não é atingido
A visita surpresa de Bush, sua quarta ao Iraque desde a invasão norte-americana em 2003, se segue a uma aprovação a um pacto de segurança entre Washington e Bagdá no mês passado que pavimentou o caminho para que as forças armadas dos Estados Unidos deixem o país até o final de 2011.
A breve visita pode ser um marketing dos ganhos em termos de segurança, mas também mostra o peso da decisão pela guerra no legado do presidente republicano.
A guerra do Iraque deixou de ser a maior preocupação dos norte-americanos com o avanço da recessão econômica, mas pesquisas mostram que a maioria das pessoas considera a guerra um erro.
O novo presidente eleito dos EUA, Barack Obama, tomará posse no dia 20 de janeiro.
Jovens lançam coquetel molotov contra delegacia em Atenas
ATENAS, 13 dez 2008 (AFP) - Jovens lançaram coquetéis molotov contra uma delegacia, neste sábado, no final da tarde, nos arredores do bairro ateniense de Exarchia, onde um adolescente foi morto por um policial em 6 de dezembro, constatou um fotógrafo da AFP.
Em seguida, pelo menos 100 jovens encapuzados enfrentaram as forças de segurança, que usaram bombas de gás lacrimogêneo para dispersar o grupo.
Uma agência bancária também foi alvo de coquetéis molotov na capital.
Em Salônica, segunda cidade do país, um grupo de 100 jovens quebrou as janelas de um ginásio, antes de se esconder nas instalações universitárias.
Já à noite, jovens se reuniram em silêncio, com velas acesas, para homenagear o adolescente Alexis Grigoropoulos, de 15 anos.
Na capital, centenas de pessoas participaram de uma vigília na praça de Syntagma, em frente ao Parlamento, e acenderam círios.
Outras 300 pessoas se reuniram no mesmo local onde o rapaz foi assassinado e depositaram flores e objetos.
Em Salônica, velas também ardiam por Alexis perto da Torre Branca, monumento emblemático da cidade.
As auroras boreais mais comuns, possuem na maioria das vezes uma cor verde-amarelada, e resultam do choque entre átomos de oxigénio a alturas entre 90 e 150 quilómetros.Também existem auroras vermelhas, que ocasionalmente aparecem acima das verdes, são produzidas tambem pelos átomos de oxigênio, enquanto que as azuis se devem ao choque entre as moléculas de hidrogeno.
As auroras boreais podem ser apreciadas tanto no Inverno quanto no Verão, mas são invisíveis à luz do dia e, por isso, raramente são vistas no Verão. Os meses em que a Aurora Boreal pode ser vista com maior frequência são em Setembro - Outubro e Fevereiro - Março, a partir das 9 da noite, sendo que a melhor hora é por volta das 23:30.
Abaixo Vídeo deste acontecimento inadreditável e maravilhoso da natureza
Relatório sobre acidente da Gol aponta erros dos controladores e pilotos do Legacy
LORENNA RODRIGUES da Folha Online, em Brasília
O relatório final do acidente com o avião da Gol, em 2006, divulgado pela Aeronáutica nesta quarta-feira, aponta erros dos controladores de vôo que também contribuíram para a colisão da aeronave com o jato Legacy. O desastre provocou as mortes de 154 ocupantes do vôo 1907 --o jato conseguiu pousar em segurança.
O documento cita também erros dos pilotos do Legacy, que desligaram o transponder. Para o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) --órgão responsável pela investigação-- no entanto, não houve intenção.
Jorge Araújo 19.abr.2007/Folha Imagem Destroços do avião da Gol que fazia o vôo 1907 caíram em área de mata fechada; os 154 ocupantes do Boeing morreram.
De acordo com o chefe do Cenipa, brigadeiro Jorge Kersul, foram levantados erros de procedimento nos controles de vôo de São José dos Campos (SP), de onde o Legacy decolou, de Brasília (DF) e de Manaus (AM), de onde o avião da Gol decolou.
Em São José dos Campos (SP), a autorização para a decolagem do Legacy não teria sido feita de acordo com os padrões previstos. As instruções dadas aos pilotos americanos foram insuficientes.
Segundo o Cenipa, em Brasília, os controladores não informaram ao Legacy a nova seqüência para o transponder e não interferiram quando o aparelho deixou de funcionar. Já em Manaus, os controladores receberam o avião sem o sinal do transponder e, ainda segundo o relatório, não interferiram.
Segundo Kersul, não dá para mensurar o peso das falhas do controle de vôo no acidente. "É tudo uma seqüência. Embora não seja uma fatalidade, é uma seqüência (de erros) que faz o acidente acontecer", afirmou.
O relatório concluiu ainda que nenhum equipamento de nenhuma das aeronaves apresentaram erro de projeto ou de operação. O Cenipa descartou ainda problemas na cobertura radar da região ou ineficiência de algum equipamento relacionado ao controle de vôo.
Legacy
O relatório do Cenipa aponta vários erros dos pilotos do Legacy, entre eles o não adequado planejamento de vôo, pressa para decolar, falta de experiência dos pilotos com a aeronave e treinamento insuficiente para o avião. Segundo o órgão, apesar de o desligamento do transponder não ter sido intencional, ele deve ter ocorrido durante a operação da RMU (unidade de gerenciadora de rádios), que controla freqüências, transponder e rádios.
Recomendações
Durante a investigação, o Cenipa fez 65 recomendações de segurança operacional para diversos órgãos envolvidos com o setor, como Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) e Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Dessas, apenas 34 foram cumpridas até agora. Outras 29 já tiveram o prazo vencido e o Cenipa cobrou respostas relativas a 21 delas.
O relatório foi divulgado à imprensa na tarde desta quarta. Antes, foi apresentado para os familiares das vítimas.
Absolvidos
Nesta terça-feira (9), o juiz federal de Sinop (MT) Murilo Mendes absolveu os pilotos americanos Joe Lepore e Jan Paladino da acusação de negligência pela conduta relacionada a adoção de procedimentos de emergência e eventual falha de comunicação com o Cindacta (Centro Integrado de Defesa Aérea e de Controle de Tráfego Aéreo). Ambos pilotavam o jato Legacy que se chocou no ar com o Boeing da Gol.
No mesma decisão de ontem --divulgada nesta terça-feira (9)--, o juiz absolveu totalmente os controladores de tráfego aéreo Felipe Santos dos Reis e Leandro José Santos de Barros de qualquer tipo de acusação.
A conduta dolosa (com intenção) de Jomarcelo Fernandes dos Santos foi desclassificada pelo juiz. Lucivando Tibúrcio de Alencar, o quarto controlador de tráfego aéreo também envolvido, foi absolvido de eventual negligência de estabelecimento na comunicação com o jato e de um centro ao outro. Entretanto, Lucivando continuará a responder pela ação penal quanto à conduta de omissão na comunicação de freqüência do console.
Ontem, a presidente da Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do vôo 1907 da Gol, Angelita De Marchi, afirmou estar "chocada" com a decisão.
Ueslei Marcelino-30.set.2007/Folha Imagem Familiares e amigos das vítimas do vôo 1907 da Gol repudiaram decisão da Justiça
O Boeing da Gol que fazia o vôo 1907 ia de Manaus (AM) para o Rio com previsão de fazer uma escala em Brasília (DF). Ao sobrevoar a região Norte do país ele bateu em o Legacy da empresa de taxi aéreo americana ExcelAire.
Os destroços do Boeing caíram em uma mata fechada, a 200 km do município de Peixoto de Azevedo (MT). Mesmo avariado, o Legacy, que transportava sete pessoas, conseguiu pousar em segurança em uma base na serra do Cachimbo (PA).
O acidente expôs a fragilidade do controle aéreo brasileiro. O assunto deflagrou ainda aberturas de CPI's (Comissões Parlamentares de Inquéritos) e investigações da Polícia Federal e Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).